Conheça a Equipa

Conheça melhor algumas das pessoas que fazem parte do Grupo Inapa.

Chris Luyten
CEO, Inapa Belux
Quem é Chris Luyten?
Nasci em Balen, uma pequena cidade no Este da Bélgica, perto da fronteira com a Holanda. Depois de me formar em Economia, estudei também para bibliotecária e chef de cozinha.
O meu primeiro emprego foi na Inapa, em 1989, na área das vendas telefónicas. Ao longo dos anos, tive oportunidade de crescer profissionalmente até às funções que ocupo atualmente.
Quais os maiores desafios na gestão da Inapa na Bélgica e Luxemburgo?
Cada país tem a sua identidade própria e individualidade. As línguas são diferentes. Ao gerir ambos os países é fundamental ter uma comunicação clara e fluída. Temos também que pensar localmente, ao nível do país: um incentivo comercial com bons resultados na Bélgica nem sempre é uma receita de sucesso no Luxemburgo.
O que a motiva mais no seu trabalho?
Saber que o meu trabalho pode fazer a diferença para os meus colegas e clientes, entre outros. Ter autonomia, um conjunto de competências abrangente e uma postura de comunicação aberta com os meus gestores são outros fatores que também me mantêm motivada.
Enquanto líder, qual o melhor conselho que já recebeu?
Faz aquilo que dizes que vais fazer.
Ouve as pessoas e trata-as sempre com respeito.
António Alvim
Responsável Jurídico, Inapa IPG, Portugal
Como se apresentaria, de forma sucinta?
Nasci em Lisboa e fui educado na Escola Alemã de Lisboa. Licenciei-me em Direito pela Faculdade de Paris I (Panthéon-Sorbonne). Desde meados de 1984 exerço funções como consultor jurídico da Inapa.
De entre os vários episódios que viveu, qual foi o que mais o marcou?
A venda da unidade fabril (de Papéis Inapa), com a consequente e quase imediata aquisição da Papier Union, com a qual se completaram as presenças em França e em Espanha, assentando as bases do grupo que hoje conhecemos. Foi nessa altura que realizámos de facto que tínhamos fechado um ciclo de décadas e se entrava num novo mundo, com os tremendos desafios que nos iriam ser exigidos a todos, independentemente do nível de responsabilidade que tivéssemos, como o era o de integrar num todo coerente, uma diversidade de empresas muito distintas pela sua origem e culturas.
Na sua opinião, o que é que distingue a Inapa de outras empresas?
A capacidade que demonstra de integração e motivação de equipas de origens e culturas muito variadas em torno de um projeto comum – a afirmação de uma verdadeira identidade comum. Foi e é determinante para o sucesso desta afirmação de uma identidade comum a preocupação e o respeito, sempre constantes e sempre marcadamente afirmado, que sempre notei e noto, pelas próprias pessoas e pelo trabalho que a cada um é confiado.
Qual é o fator que mais o motiva no dia-a-dia?
O que talvez mais me motiva é, a par do elevado grau de exigência com que (e bem) somos sempre confrontados, o respeito e o espirito de leal entreajuda com que conto a todos os níveis.
François Adriaensen
Supervisor de armazém, Inapa Bélgica
Apresente-se de forma breve.
O meu nome é François Adriaensen, tenho 58 anos de idade e desde 2004 trabalho na Inapa. Comecei como gerente/motorista de armazém, trabalhando em equipa com um colega. Nos últimos dois anos tenho trabalhado em part-time com a responsabilidade de operações diárias no armazém e a organização da rota diária. No meu tempo livre gosto de arranjar a minha casa em França.
Como é o seu dia normal de trabalho no armazém?
Durante a manhã estou em contacto com os motoristas para verificar se está tudo a correr bem e para encontrar soluções sempre que seja necessário. Faço a interligação entre a equipa de vendas e o back office para resolver problemas ou devoluções de clientes.
Durante a tarde faço o planeamento das rotas para o dia seguinte. Ajudo ainda a carregar os camiões e a preparar os protocolos de entrega para todas as viaturas.
Quais os desafios que enfrenta diariamente?
O meu principal desafio é a otimização das rotas seguindo as instruções da gestão para alcançar o menor custo por tonelada. Este é um processo diário, onde recorro à minha experiência. Às vezes é difícil, mas necessário encontrar opções alternativas, como servir os clientes em 48 horas em vez de 24, para ser capaz de otimizar os custos de distribuição.
Outro desafio é a interação com os motoristas. Eu tenho sempre em conta as suas observações e sugestões.
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